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Jun 11

Esta actividade surgiu de uma pergunta muito simples por parte de um dos autores deste blog: que planta é esta?

Com esta questão na mente, lancei o desafio aos autores do Blog "Dias com àrvores". O Paulo Araújo, respondeu de imediato, aceitando e sugerindo Pitões das Junias, para procurarmos o Lirio do Gerês.

Antes do local de partida, já aconteciam as primeiras paragens para apontamentos botânicos. Partimos para o "terreno" pelas 10.30h, tendo com destino a Fonte Fria.

O Paulo e a Maria Carvalho paravam e davam explicações sobre as plantas que estávamos a ver e qual a sua distribuição geográfica. É de louvar a suas memorias fotográficas!

Pelas 13.30h estávamos na Fonte Fria, local do almoço e onde encontramos os primeiros lírios, embelezados pela cabra montês.

Alguns começaram a perguntar se não subíamos?? e lá fomos escalar o Coto da Gralheira. os estreantes nestas andanças portaram-se muito bem! - a Maria, o Paulo, a Margarida, a Ana, a Carla e a Irene (nick: Cruella{#emotions_dlg.angel})

Foto da praxe no marco que encima o coto e partimos para a restante aventura.

Passamos a norte da fraga de Brazalite, encontrando a Ribeira do Forno. Pelo caminho os lirios foram-se sucedendo.

O Paulo e a Maria foram incansáveis nas suas explicações, e até a adrenalina, de encontrar algo novo/diferente/endémico, esteve presente!

Terminámos a caminhada pelas 18.30h, passamos pela afamada Padaria de Pitões e fomos ás deliciosas alheiras da Casa do Preto.

Foi um dia de aprendizagem, muito bem passado! Agradeço ao Paulo e à Maria pela partilha do v/ imenso conhecimento!- Espero que tenham gostado e que voltemos a repetir.

Àguia-real

Participantes (15): Maria, Paulo Araujo, Margarida, Ana Cris, Carla, Delgado Irene, jorge, Elsa, Peneda, mvasc, luis, Lucia Machado, Messe, Liberdade, aguia-real

 

e FOMOS ALI…

publicado por Vamos Ali às 12:00

comentários:

Gostámos de vos conhecer, de reparar como a serra vos torna uma família pequenina, das que não poupam em franca conversa e ânimo.


Das nossas visitas anteriores, guardava a impressão de que o Gerês é avaro, mostra só uma planta especial em cada ocasião para garantir que lá voltamos. Pois desta vez esmerou-se e, além do lírio e da orvalhinha, exibiu o Allium victorialis e até uma columbina (Aquilegia) para o Águia-real.


Quando era miúda, recusava-me, até à amofinação geral, a apagar as velas do bolo porque esse era o sinal para a debandada dos convivas. No Gerês, já depois das alheiras (não digo depois das bolas-com-e-sem-recheio porque desapareceu sem notícia a que esteve alguns segundos à beira do meu prato…), relembrei-me dessa inquietação de criança, do desgosto pelo fim da festa.


1 abraço a todos,


Maria.

Maria Carvalho a 22 de Junho de 2011 às 22:58


Felizmente, por aqui, o fim de festa é curto.  Estes convivas voltam sempre!
A montanha espera por nós e nós uns pelos outros. Há sempre mais alguma coisa para descobrir.
luis
luis a 28 de Junho de 2011 às 09:09

Obrigado Maria!
Voltem sempre que quiserem...temos sempre lugar nesta famíliaImage!
Águia-real a 28 de Junho de 2011 às 09:18

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